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ExchangeEveryDay - Multi-Lingual
Contar Histórias e Representar Histórias
27 de julho de 2007
"Se você quer trabalhadores criativos, dê-lhes
tempo suficiente para brincar." John Cleese
Em seu artigo, “Utilizando o Processo Contar Histórias / Representar Histórias para o Desenvolvimento dos Professores” da seção Início do Workshop do último artigo da Exchange Magazine (Julho/Agosto de 2007), Judy Pack descreve a abordagem de Vivian Gussin Paley em relação às brincadeiras de faz de conta das crianças. Este processo, chamado de Contar Histórias / Representar Histórias, inclui os seguintes passos:
- As crianças contam uma história à professora – sua própria história inventada – e a professora a escreve no seu caderno.
- A professora escreve tantas histórias quantas as crianças quiserem contar, ou quantas o tempo permitir.
- Em algum ponto do dia, a classe inteira se reúne em roda, a professora escolhe os atores (para ser justa, um por um ao longo da roda), e narra a história de uma das crianças, conforme elas a representam.
- Cada criança pode participar, se assim quiser.
- A história pode ser uma única sentença ou pode chegar a uma página. O que importa é que as crianças possam ver-se umas às outras nessas histórias e ouvir as vozes dos colegas.
- A professora ouve as crianças individualmente, para escrever e conversar com elas sobre sua imaginação, pensamentos, idéias, medos, desejos e sonhos.
- As crianças sabem que o que elas dizem é importante para a professora e para os colegas. Quando as crianças olham para os colegas que estão representando suas histórias, suas idéias tornam-se visíveis e claras.
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